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É Possível Quebrar Esses Padrões: Seu Relacionamento Em Outro Patamar

Existem ciclos que se repetem…
Não porque você não tenta mudar,
mas porque algo dentro de você ainda repete a história de alguém.

Quantas vezes você já se viu dentro de um relacionamento que parecia ter tudo pra dar certo —
mas o mesmo padrão se instalou?
Críticas. Silêncio. Exigência. Distância. Medo da entrega.

E por mais que tente fazer diferente…
no fundo, sente como se estivesse representando um roteiro antigo.

Foi assim comigo.
E é assim com muitas mulheres que atendo: repetimos inconscientemente o modelo de amor que vimos, que julgamos, que nos faltou.
Segundo as abordagens sistêmicas, o que não aceitamos nos pais — e principalmente o que julgamos no relacionamento deles — é exatamente o que tendemos a repetir.

Carl Jung já dizia:

“Enquanto não tornamos o inconsciente consciente, ele governa nossa vida… e chamamos isso de destino.”

Mas isso pode mudar.
A partir do momento em que você escolhe olhar com respeito para a história que te trouxe até aqui, e com coragem para a que quer construir daqui em diante.

E pra isso, quero te propor um exercício de reconexão.
Ele é simples, mas profundo.
E pode ser um primeiro passo na direção de um amor mais leve, verdadeiro e possível.


🌿 Exercício Sistêmico: Liberando o Amor Para Fluir

Encontre um lugar tranquilo. Sente-se com a coluna ereta, respire profundamente por três vezes.
Agora, imagine seus pais à sua frente. Não como idealizações, mas como realmente foram ou são: com suas escolhas, feridas, separações, ausências, afetos e limites.

Visualize-os juntos — como casal — e diga mentalmente:

“Eu aceito o relacionamento de vocês exatamente como foi.
No que diz respeito ao amor entre vocês, eu não me meto mais.
Por favor, me abençoem para que eu possa viver o meu próprio relacionamento.
Mesmo que seja diferente.”

Sinta o que acontece dentro.
E quando se sentir pronta, imagine-se virando para frente.
Lá está seu parceiro (ou sua parceira, ou sua futura relação).

Olhe com presença.
E diga:

“Eu digo sim pra você.
Exatamente como você é.
Sem querer que você seja alguém que não é.”

Agora olhe para trás dele(a), e veja a família de origem.
Os jeitos diferentes, as histórias que você não viveu, as crenças que não são suas.

E diga:

“Eu honro você.
E me honro também.
Eu amo você e tudo aquilo que te guia.”

E receba de volta a mesma frase.

Fique nesse campo por alguns instantes.
Deixe essa imagem entrar em você.

Esse exercício pode parecer simbólico, mas ele toca lugares profundos no inconsciente.
Quando você para de lutar contra as raízes… o amor ganha espaço para florescer.

Porque o amor verdadeiro não é perfeito.
Ele é possível.
Ele é presente.
E começa com um “sim” inteiro — pra você, pro outro e pra tudo que os formou.

👉 Quer aprofundar esse olhar e entender o que a sua história diz sobre seus relacionamentos?
Agende uma sessão de autoanálise.
Talvez seu próximo passo amoroso não seja amar mais… mas se libertar dos papéis que não te pertencem.

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