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Nem tudo é trauma. Às vezes, é só ego ferido mesmo

Você já parou para pensar que nem todo incômodo profundo precisa ser cavado como um trauma de infância?
Sim, existe dor real. Existem feridas legítimas que vêm da base da nossa história — e precisam de espaço, acolhimento e elaboração.
Mas também existe algo que se disfarça de trauma e, no fundo, é só o ego ferido tentando manter o controle.
E aqui está a diferença: trauma paralisa. Ego ferido reage. Se defende, se compara, se sabota — mas sempre com um ar de “eu estou certo(a), os outros estão errados”.

vemos essa armadilha com clareza quando o mapa mostra vibrações ligadas à necessidade de aprovação (como a energia do número 6) ou ao desejo constante de validação externa (como o 3 em desalinho).
São códigos que vibram em busca de amor, mas que, quando distorcidos, manifestam carência, drama, vaidade ferida.

E onde mora o problema?
Na tentativa de espiritualizar o ego, fingindo que todo desconforto é “memória ancestral”, que todo gatilho é “energia do outro”, que toda emoção difícil é “campo espiritual pesado”.

Às vezes… você só não soube ouvir um não.
Ou teve sua opinião contrariada.
Ou viu que o outro não te vê como você gostaria de ser visto(a).
E tudo bem. Isso é humano. Mas não é trauma. É ego.

A experiência de Ana
Ana era uma dessas almas sensíveis. Chegava ao consultório com a fala doce, o olhar ansioso e uma lista nova de incômodos a cada semana.
Pedia Reiki. Queria ThetaHealing. E se sentia realmente melhor após cada sessão — por algumas horas, ou talvez dias.

Mas na semana seguinte, lá estava ela, sentada na mesma poltrona, com uma nova queixa.
Nova? Talvez só na embalagem… Porque, para quem sabia ouvir com atenção, a raiz era sempre a mesma.
Um sentimento de exclusão, um medo de ser esquecida, um ciclo de decepção repetido com protagonistas diferentes.

Até que, numa sessão em que suas queixas ecoavam mais do mesmo, respirei fundo e disse com carinho firme:
— Ana, na próxima sessão, preciso que você traga seu mapa numerológico cabalístico.

Ela arregalou os olhos, espantada:
— Jura que eu preciso usar ele? Mas você fez com tanto capricho que deixo guardado a sete chaves! Não quero que ninguém mexa ou suje aquelas páginas.

Rimos.
E eu disse:
— Eu escrevi com muito carinho, sim. Com respeito profundo pela sua história. Mas precisamos usá-lo. Um mapa fechado não aponta caminhos.

Na sessão seguinte, ela entrou com a pasta apertada contra o peito.
Sentou, desdobrou as páginas como quem abre um relicário.
E ali, à medida que íamos decifrando os arcanos, ciclos e tendências ocultas, seu rosto mudava.

Na altura da leitura do ciclo de vida, ela empalideceu.
— Eu… eu sempre desconfiei desse meu comportamento — confessou — mas achei que fosse coisa da minha cabeça. Sabotagem. Nunca imaginei que estivesse escrito aqui…

Havia ali, nas entrelinhas dos códigos, a validação de tudo o que ela havia sentido, mas jamais ousado nomear.
E isso a libertou.

Libertou-a das próximas dez sessões energéticas que ela pretendia agendar.
Libertou-a de repetir o padrão de se anestesiar sem compreender.
E mais: abriu a porta para uma nova etapa em sua jornada.

Na semana seguinte, ela não agendou cura energética. Agendou uma imersão.
Disse que queria estudar seu mapa.
Queria se escutar com a coragem de quem não teme se ver por inteiro.

Autoconhecimento não é sobre ter razão. É sobre ter consciência.
E às vezes, isso exige que a gente pare de se esconder atrás de diagnósticos e comece a praticar o sagrado ato da autoanálise.

Um mapa fechado é só um papel.
Aberto, ele revela chaves.
Mas nenhuma chave gira a porta sozinha. É você quem precisa girá-la.

Agende sua leitura, reabra seu mapa, traga as perguntas certas.
Você pode encontrar respostas que libertam — e com elas, viver de forma mais leve e verdadeira.

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